24 julho 2007

CÓDIGOS

Me surpreende um pouco o fato da cidade criar seus próprios códigos, e mais ainda saber que para perceber esses códigos basta exercitar a contemplação.

Por exemplo os motoqueiros, que são muitos. Eles atacam em leque e defendem em currupio.
Basta um cair que em menos de 45 segundos rola uma convocação asfáltica e repentinamente o cerco com mais de 300 deles se fecha e seja o que deus quiser.

Mas o que eu percebi ultimamente é que [inferência minha] por serem preteridos no trânsito, no social, no que seja, por preconceito, TODO motoqueiro pai de família ou que namora sério anda com um capacete cor de rosa na garupa. E quando não temos a dona do barraco sentada no posto está lá o capacete amarradinho.

Quase um "habeas-corpus" dos manos motoboys.

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