Mostrando postagens com marcador disney. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador disney. Mostrar todas as postagens
01 novembro 2012
26 setembro 2012
amarras e libertas
Ontem estava pensando seriamente no que acontece com essas meninas criadas pela Disney como estrelas do amanhã, depois de ler um texto que dizia sobre os funcionários dos parques poderem usar barba, ops, funcionários não, coadjuvantes no grande espetáculo que acontece todo dia no lugar.
Imagina, agora pode barba, coadjuvante.
Imagina os protagonistas quando crianças.
L.L / B.S / M.C
O cabelo tem que ser dessa cor, com tantos centímetros.
As sardas nunca mais visíveis que os dentes, estes sempre alinhados e brancos.
Não pode ter espinha, defeito aparente ou falar palavrão.
Enfim, depois disso tudo e quando essas pessoas se libertam dos contratos, dos agentes e desse mundo se jogam de tal maneira na liberdade que [quase] sempre dá merda.
Aos meus olhos é a necessidade da liberdade, apesar do condicionamento [querer viver livre/leve/solto; essas pesssoas foram formadas com controle rígido em suas vidas, então não existe liberdade nunca mais por conta do condicionamento e da prisão à fama - independente das escolhas].
E a mudança segue roteiro pré-definido da miséria da liberdade, a saber:
atitudes estranhas;
fotos comprometedoras;
mudança radical na imagem [ponto importante]
atitudes proibidas;
fotos comprometedoras em atitudes proibidas.
consumo de substâncias lícitas, ilícitas, desconhecidas;
alcoolismo generalizado;
pílulas e outras cositchas mais fortes;
gardenal, dormonid e REHAB.
Depois disso tudo segue a decadência passo a passo as vistas da sociedade consumidora de celebs e suas podridões adeternum.
Mais um pouco escuto o Sílvio Luis gritando no microfone: - Tá lá um corpo estendido no chão.
PS: + triste é saber que esse é o objetivo de vida de MUITOS
Imagina, agora pode barba, coadjuvante.
Imagina os protagonistas quando crianças.
L.L / B.S / M.C
O cabelo tem que ser dessa cor, com tantos centímetros.
As sardas nunca mais visíveis que os dentes, estes sempre alinhados e brancos.
Não pode ter espinha, defeito aparente ou falar palavrão.
Enfim, depois disso tudo e quando essas pessoas se libertam dos contratos, dos agentes e desse mundo se jogam de tal maneira na liberdade que [quase] sempre dá merda.
Aos meus olhos é a necessidade da liberdade, apesar do condicionamento [querer viver livre/leve/solto; essas pesssoas foram formadas com controle rígido em suas vidas, então não existe liberdade nunca mais por conta do condicionamento e da prisão à fama - independente das escolhas].
E a mudança segue roteiro pré-definido da miséria da liberdade, a saber:
atitudes estranhas;
fotos comprometedoras;
mudança radical na imagem [ponto importante]
atitudes proibidas;
fotos comprometedoras em atitudes proibidas.
consumo de substâncias lícitas, ilícitas, desconhecidas;
alcoolismo generalizado;
pílulas e outras cositchas mais fortes;
gardenal, dormonid e REHAB.
Depois disso tudo segue a decadência passo a passo as vistas da sociedade consumidora de celebs e suas podridões adeternum.
Mais um pouco escuto o Sílvio Luis gritando no microfone: - Tá lá um corpo estendido no chão.
PS: + triste é saber que esse é o objetivo de vida de MUITOS
23 outubro 2009
14 outubro 2009
percepções
Viajar é sempre muito bom.
Conhecer novas realidades, e poder proporcionar isso é muito melhor.
Mas enfim, como vivenciar as coisas que dão certo gera um encantamento também especial, vou escrever aqui minhas percepções sobre as minhas férias na Disney.
Quase uma redação "Minhas férias" da primeira série, só que com um olhar de serviço pelo cliente, ó crueldade.
Primeiro de tudo é impressionante como o teatro Disney funciona. Muito ensaio, muito sorriso, muito calor na terrinha e um sol pra cada um.
EU não imagino as pessoas que ficam fantasiadas em Julho, a pessoa deve ser tuaregue, na boa.
Mas o que mais me impressionou nesse quesito foi que sempre tem um staff muito atento, que controla a fila, direciona a demanda conforme necessidades especiais [fiquei impressionado com a quantidade de pessoas com necessidades especiais nos parques e com a atenção a elas e as suas famílias] e que sem choro nem vela tira o boneco quando deu a hora. Um outro sorriso no rosto, e um daqui 20 minutos o bicho volta e está tudo certo.
As pessoas fazem mais que o necessário para te ajudar, e isso me deixou um pouco chocado. No nível de você perguntar onde tinha macarrão e a moça do caixa responder que ela não sabia mas que se eu esperasse um pouco ela me traria a resposta. Em menos de 1 minuto apareceu o cozinheiro e me explicou em qual restaurante havia.
A mecânica dos parques funciona de maneira que o caixa gira e não pára. Você sai encantado da atração e deságua numa lojinha, loja, lojona, megastore, toda ambientada e decorada, com ítens exclusivos da atração, e nessa o Tio Patinhas vai enchendo o caixa-forte mais e mais.
Até na fila de revista das malas os seguranças tem o poder de transformar um momento inconveniente num momento divertido, eles brincam com as crianças, querem saber de onde você é, piadinhas... e aí você entra no mundo da imaginação.
A diferença é gritante mesmo lá, pois em outros parques que não da Disney a qualidade no serviço é realmente MUITO pior. Na medida que fui comprar uma cerveja no SeaWorld e a imbecil me entregou a garrafa tampada. Depois de quase furar a mão tentando abrir aquela merda eu perguntei do abridor e ela me disse, é mesmo, o que você faria com uma garrafa de cerveja fechada. EU como sou deveras educado pensei em português a resposta.
FUi com duas crianças e sempre tem lugar determinado para parar os carrinhos, e as pessoas simplesmente largam tudo no carrinho; bolsa, mochila, máquina.... eu na minha paranóia paulista não deixava minha mala não ali dando sopa, mas é o costume. Já em outros parques tem plaquinha avisando que é melhor levar seus objetos pois não tem ninguém olhando o estacionamento.
Enfim, tudo lá parece funcionar senão direito, pelo menos com um viés de encantar o cliente de maneira que este se sinta absolutamente a vontade para viver seus sonhos.
Uns querem trocar pin.
Outros querem fotos.
Outros atrações.
Alguns querem autógrafos.
E todos simplesmente querem levar uma lembrança material do sonho.
E dá-lhe sacolinha.
Conhecer novas realidades, e poder proporcionar isso é muito melhor.
Mas enfim, como vivenciar as coisas que dão certo gera um encantamento também especial, vou escrever aqui minhas percepções sobre as minhas férias na Disney.
Quase uma redação "Minhas férias" da primeira série, só que com um olhar de serviço pelo cliente, ó crueldade.
Primeiro de tudo é impressionante como o teatro Disney funciona. Muito ensaio, muito sorriso, muito calor na terrinha e um sol pra cada um.
EU não imagino as pessoas que ficam fantasiadas em Julho, a pessoa deve ser tuaregue, na boa.
Mas o que mais me impressionou nesse quesito foi que sempre tem um staff muito atento, que controla a fila, direciona a demanda conforme necessidades especiais [fiquei impressionado com a quantidade de pessoas com necessidades especiais nos parques e com a atenção a elas e as suas famílias] e que sem choro nem vela tira o boneco quando deu a hora. Um outro sorriso no rosto, e um daqui 20 minutos o bicho volta e está tudo certo.
As pessoas fazem mais que o necessário para te ajudar, e isso me deixou um pouco chocado. No nível de você perguntar onde tinha macarrão e a moça do caixa responder que ela não sabia mas que se eu esperasse um pouco ela me traria a resposta. Em menos de 1 minuto apareceu o cozinheiro e me explicou em qual restaurante havia.
A mecânica dos parques funciona de maneira que o caixa gira e não pára. Você sai encantado da atração e deságua numa lojinha, loja, lojona, megastore, toda ambientada e decorada, com ítens exclusivos da atração, e nessa o Tio Patinhas vai enchendo o caixa-forte mais e mais.
Até na fila de revista das malas os seguranças tem o poder de transformar um momento inconveniente num momento divertido, eles brincam com as crianças, querem saber de onde você é, piadinhas... e aí você entra no mundo da imaginação.
A diferença é gritante mesmo lá, pois em outros parques que não da Disney a qualidade no serviço é realmente MUITO pior. Na medida que fui comprar uma cerveja no SeaWorld e a imbecil me entregou a garrafa tampada. Depois de quase furar a mão tentando abrir aquela merda eu perguntei do abridor e ela me disse, é mesmo, o que você faria com uma garrafa de cerveja fechada. EU como sou deveras educado pensei em português a resposta.
FUi com duas crianças e sempre tem lugar determinado para parar os carrinhos, e as pessoas simplesmente largam tudo no carrinho; bolsa, mochila, máquina.... eu na minha paranóia paulista não deixava minha mala não ali dando sopa, mas é o costume. Já em outros parques tem plaquinha avisando que é melhor levar seus objetos pois não tem ninguém olhando o estacionamento.
Enfim, tudo lá parece funcionar senão direito, pelo menos com um viés de encantar o cliente de maneira que este se sinta absolutamente a vontade para viver seus sonhos.
Uns querem trocar pin.
Outros querem fotos.
Outros atrações.
Alguns querem autógrafos.
E todos simplesmente querem levar uma lembrança material do sonho.
E dá-lhe sacolinha.
11 outubro 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
