20 maio 2013
29 agosto 2012
29 fevereiro 2012
01 abril 2011
critérios
ok que somos um produto da evolução, mas algo se perdeu no meio do caminho não?
Vendo de novo o filme Vitória ontem, as perguntas no final me tocaram, como sempre.
E com a reflexão sobre a premiação para o melhor......... melhor em quê mesmo cara pálida?
num critério dado, estipulado.
no esporte, o mais rápido, o mais forte, o mais, o mais, sempre o mais.
No trabalho o que vende mais, que entrega mais......
Mas, mais o que mesmo?
A vida, um gigante quebra-cabeça de relações entre entidades, me mostra que a peça mais importante é sempre a que falta.
É aquela que vai somar e completar o quadro, independente da sua beleza, da sua qualidade.
Ela vai se encaixar perfeitamente e contribuir para dar sentido ao todo, que antes estava manco, incompleto.
Mas insistem em disputas estúpidas, em benefícios para poucos.
Ninguém morre ou deixa de existir simplesmente, pois o que foi feito será lembrado, numa corrente que se interrelaciona e se conecta de forma não linear.
Estamos vibrando [tentando pelo menos] numa frequência similar, e dentro em breve a intensidade dessa frequência vai aumentar, e quem não conseguir acompanhar vai ficar para trás.
Ou como vi dia desses, vai ficar pesado e vai cair para uma dimensão inferior por assim dizer.
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Eu tenho me pegado lendo e vendo sobre coisas, assuntos, que parecem realmente fazerem mais e mais sentido, independente do conteúdo. Não é questão de acreditar em tudo literalmente, mas de concatenar as idéias que vão aparecendo, as coisas que estão acontecendo, as pessoas ao redor, os fatos.
E tudo se encaminha para uma grande mudança, de paradigmas e padrões.
É o que a internet fez na comunicação e nas relações.
É o terremoto no Japão.
É a nossa dependência por petróleo.........
O Horror, o horror.....[fala do Coronel Kurtz]
12 janeiro 2011
20 dezembro 2010
23 novembro 2009
Ô internet, deixa de ser levada menina....
Há 15 dias vem pipocando histórias sobre o fechamento da caixa de pandora que é o resultado da dinâmica moderna da internet:
- se você não lembra ou não sabe onde está, busca;
- a busca te leva para onde aponta o melhor resultado [segundo um algoritmo muito bem desenvolvido];
- quem desenvolve o conteúdo tinha a esperança de monetização através da publicidade ou outras receitas, o que não vem acontecendo;
- miram no líder que é quem tem o que perder.
Enfim, o Google diz que não vai atrapalhar (quem conhece o mercado coreano por exemplo sabe que a história não é bem assim) , mas imagine que os resultados podem empobrecer em qualidade, e outro player pode ter uma estratégia tão nefasta quanto.... (aqui outra matéria do FT)
Abaixo a notícia:
Microsoft quer impedir acesso gratuito do Google a notícias de jornais
Por Por IDG News Service Publicada em 23 de novembro de 2009 às 09h38
Empresa já conversa com o grupo de mídia News Corp. para a retirada de conteúdo do buscador, segundo o jornal britânico Financial Times.
Mas somente isso não explicaria o movimento, que tem base mundial, percebam o tamanho da encrenca.... Declaração de Hamburgo.
Existem muitas dúvidas, tudo muda ao mesmo tempo agora, e o TD escreveu um texto muito bom há tempos.
É a famosa guerra da carne, e isso posto aguardaremos ansiosamente os próximos resultados da evolução desse tópico, mesmo porquê o meu futuro como vendedor de banner depende dessas resoluções.
09 fevereiro 2009
25 junho 2008
Descobriram agora o que a gente já sabe faz tempo, anunciar para quem está trabalhando é batata.
E explicam ainda........ conforme o ser humano passa cada vez mais tempo no trabalho [60% do tempo útil], é lógico que a mídia consumida nesse ambiente [internet bombando posto que abrir jornal na mesas pega mal......] influencia muito no hábito de compra.
Ou mesmo na compra via web, na oportunidade [viu o banner, curtiu a oferta, clicou e comprou...]
Aqui mais dados.
10 abril 2008
Ano passado li num artigo muito interessante pontos considerados focais para esse ano que se arrasta...... a última parte fala de projeções de crescimento, assunto sempre controverso. Mas pode botar pra baixo por causa da recessão.
E pode considerar que nós estamos uns 3 anos atrás deles, o que nos garante pelo menos uns 2 anos mais de crescimento dito "acelerado".
